















Laudo necroscópico realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) após exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana apontou lesões contundentes na face e na região cervical da vítima.
Tais lesões são resultado de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal, ou seja, causado por unha.
O laudo tem data do último sábado (7), um dia depois da exumação do corpo da PM.
Na ocasião, o médico legista havia descrito “estigmas digitais”, ou seja, lesões equimóticas, formato arredondado e compatíveis com pressão digital.
Já em relação ao “estigma ungueal”, causado por unha, a descrição indicava lesão superficial em formato meia-lua.
Ambos os laudos apontam que a morte decorreu de traumatismo cranioencefálico grave por disparo de projétil de arma de fogo.
Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que “a autoridade policial aguarda os laudos referentes à reconstituição e exumação do corpo da vítima”.
A pasta acrescentou que detalhes serão preservados, devido ao sigilo judicial imposto.
A policial militar foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite.
Ele estava no local e reportou o caso às autoridades como suicídio.