















O resultado do 2º ciclo do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) mostra que, dos 3.732 municípios que encaminharam dados ao governo federal, quase metade (49,2%) apresentou índices que indicam situação de alerta ou de risco para a presença do mosquito transmissor das seguintes doenças: dengue, da chikungunya e da zika.
O levantamento, realizado nos meses de maio a agosto, foi divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (7) e mostra que apesar do alerta de infestação, os dados de infecções apresentaram melhora significativa em relação ao ano anterior.
O Brasil registrou a queda de aproximadamente 70% nos casos prováveis de dengue em 2026, na comparação com o mesmo período de 2025.
Até 26 de setembro, foram contabilizados 470,5 mil casos prováveis no país, contra 1,5 milhão no mesmo período do ano anterior.
Também houve redução nos registros de chikungunya e zika:
Os indicadores obtidos pelo LIRAa também identificam os principais tipos de criadouros do Aedes aegypti.
A presença de focos continua alta em recipientes simples do cotidiano dentro e fora das residências, assim mapeados:
A infestação do Aedes aegypti varia entre as regiões do país:
Com os dados da amostragem, os agentes da vigilância epidemiológica das prefeituras podem direcionar as medidas de combate a endemias, conforme a situação encontrada em cada município.
O Ministério da Saúde divulgou também a adoção antecipada de medidas de prevenção e controle por estados, municípios e população com a meta de reduzir o risco de transmissão das arboviroses no próximo verão, quando o calor aumenta.
Outra motivação é o avanço do El Niño, fenômeno climático natural que altera os padrões globais de chuva e temperaturas.
As novas condições climáticas têm provocado eventos extremos em várias partes do mundo.
Entre as ações destacadas para controle dos mosquitos, estão:
O dispositivo é adotado por órgãos de saúde pública de cerca de 2 mil municípios e fornece informações complementares;
O larvicida usado afeta apenas o ciclo de desenvolvimento dos mosquitos;
O governo alerta que a prevenção depende diretamente da população. Os moradores devem vistoriar suas casas e espaços ao redor regularmente.
Entre as ações propostas pela pasta estão: